quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Nada crê que a corrente pessimista
que me embala nesta profunda cova,
continue ou pare,subitamente, de engolir esta terra húmida,
misturada com inumeros restos mortais.
O incêndio que me queimara,absolutamente, o peito,
nunca fora sentido ou vivido por outrem.
Tentei...tentei conhecer,interiormente,a riqueza daquele ser.
O meu atrevimento criou raízes,que,posteriormente,sofreram cortes.
Pouco a pouco fui-me deteriorizando,até...até que me desfiz em cinzas.
E aqui estou eu.

3 comentários:

  1. Acho que tens bom gosto na escolha de imagens que colocas no teu blog :)

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  2. metáforas e sinestesias marcam este texto. GOSTO.

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  3. fogo que drama de texto , juro que AMO .

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